Peso não significa Lentidão…
Postado por xorna em November 27th, 2007 salvo em Software LivreEsse deveria ser o lema para quem usa banco de dados, mas para muitos SGBD (Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados) que encontramos por ai, temos duas escolhas, para poucos dados, usaremos o mais leve, mas não podemos crescer muito, pois ele não dará conta, claro que aqui falo dos bancos mais populares e acessíveis em termos de hospedagem, pois para sistemas específico sempre teremos a melhor escolha.
E para um sistema relativamente grande que estou desenvolvendo, o escolhido foi o PostgreSQL, por comportar em uma tabela até 32TB, claro que isso pode variar devido a muitos aspectos. Mas não vou me prender a estes aspectos, e sim no próprio PostgreSQL, de longe, para quem usa normalmente Mysql, msSql Server, Sqlite e outros bancos populares no desenvolvimento Web, um banco desse tamanho além de parecer absurdo, pode parecer que ele é lento, dado que o símbolo do PostgreSQL é um elefante.
Mas esse elefante me surpreendeu, o sistema inicialmente ia ser construído na sua totalidade com a linguagem Java, foi iniciado o projeto, mas como eu previ que o sistema sofreria muitas mudanças durante o seu desenvolvimento, optei pelo PHP Orientado a Objetos, sai ganhando, além de ser muito mais escalável, ganhei em performance e em tempo de desenvolvimento (Por que pra mim não tem por que reiniciar um serviço para ver as modificações).
O banco de dados é surpreendente, tenho 40MB de dados (No banco de testes, claro), e ele se mostra em forma, realmente é uma boa escolha para desenvolvimento de aplicações que precisam de um boa camada de persistência de dados. Para quem nunca ouviu falar dele, vou citar alguns dados a respeito. Ele surgiu do projeto Ingres, desenvolvido na Universidade de Berkeley, Califórnia. O lider do projeto, Michael Stonebraker, um dos pioneiros dos bancos de dados relacionais, deixou a universidade em 1982 para comercializar o Ingres, porém retornou a ela logo em seguida.
Após seu retorno a Berkeley, em 1985, Stonebraker começou um projeto pós-Ingres com o objetivo de resolver problemas com o modelo de banco de dados relacional. O principal problema era a incapacidade do modelo relacional compreender “tipos” (atualmente, chamados de objetos), ou seja, combinações de dados simples que formam uma única unidade.
O projeto resultante, chamado Postgres, era orientado a introduzir a menor quantidade possível de funcionalidades para completar o suporte a tipos. Estas funcionalidades incluiam a habilidade de definir tipos, mas também a habilidade de descrever relações - as quais até este momento eram amplamente utilizadas mas completamente mantidas pelo usuário. No Postgres, o banco de dados “compreendia” as relações e podia obter informações de tabelas relacionadas utilizando regras. Claro que tem muito mais história a respeito do nosso coadjuvante, se você se interessar visite alguma comunidade ligada ao PostgreSQL e se informe.
Alguns Recursos dele:
* consultas complexas
* chaves estrangeiras
* integridade transacional
* controle de concorrência multi-versão
* suporte ao modelo híbrido objeto-relacional
* trigger
* views
* stored procedures em várias linguagens
Bom pessoal, este artigo é uma gota, perto do oceano de informações que teríamos a respeito do Banco de Dados PostgreSQL.

November 29th, 2007 em 7:32 am
Maizá Xorna, subindo o nível do SGBD!
Eu continuo no MySQL, pra minhas aplicações pequenas ele já ajuda…
O circuito somador eu vou colocar daki umas 3 colunas, antes tenho q explicar legau o binário e passar portas lógicas, organização de memória ainda vai demorar, to tentando ir em ordem senão eu me perco tbm!
Jah e vc escreveu sobre SGDB, eu queria tirar uma dúvida. É muito grande a diferença de sintaxe das Querys do Postegree pro MySQL?
November 29th, 2007 em 7:40 am
Na verdade não há grandes diferenças, o SQL em si é o mesmo, o que muda são as stored procedures em várias linguagens, e também tu pode criar tipos dentro do banco, podendo assim ampliar a as alternativas para o armazenamento de dados…